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Marketing Eleitoral: 6 dicas de como utilizar o banco de dados

por BulkServices



Ter um banco de dados de eleitores é uma das estratégias mais importantes do marketing eleitoral para garantir o sucesso nas eleições e solidificar o mandato de políticos já eleitos. Mas muitos candidatos não têm uma base consistente.  

A comunicação efetiva com o seu eleitorado depende do cadastro com informações abrangentes dos cidadãos. Ou seja, para investir em comunicação personalizada — envio de e-mail marketing, SMS e mensagens via WhatsApp —, assim como mala direta, é preciso saber nome, endereço, telefone, interesses e preocupações dos eleitores, entre outras referências.

Este post tem a missão de ensinar como utilizar o banco de dados da melhor maneira, sem desrespeitar a legislação eleitoral e de modo a garantir o sucesso de seus esforços. Para isso, preparamos 6 dicas infalíveis. Fique atento!

Como conseguir contatos para o banco de dados?

Comprar bases de contatos prontas não é uma opção. O melhor caminho é investir em outros tipos de estratégias para conseguir construir um banco de dados por contra própria. Veja algumas dicas:

  • disponibilize, em seu site ou blog, um formulário para que os próprios usuários cadastrem seus dados, como nome, e-mail e número de telefone;
  • oriente seus assessores a fazerem cadastro de todas as pessoas que entrarem em contato com a sua equipe; 
  • cadastre pessoas do seu círculo social e colaboradores.

Como construir um banco de dados?

No momento de criar o banco de dados, muitos políticos cometem dois erros que acabam prejudicando o resultado do seu trabalho. O primeiro equívoco é anotar os contatos em agendas físicas ou em formulários de papel. Essa atitude não é a mais indicada, por diversas razões:

  • risco de perder as informações caso a agenda ou o formulário sejam extraviados;
  • falta de padronização nos dados cadastrados;
  • impossibilidade de achar um contato de forma rápida quando existem muitos dados;
  • risco de ter informações espalhadas em diversos lugares distintos;
  • dificuldade de acesso para diferentes assessores do gabinete.

O segundo erro é cadastrar os contatos em planilhas offline, como as do Excel. Essa opção também apresenta algumas desvantagens, como as seguintes:

  • risco de os assessores estarem com versões desatualizadas do arquivo;
  • impossibilidade de duas ou mais pessoas trabalharem no mesmo arquivo ao mesmo tempo;
  • incapacidade de acessar o arquivo em qualquer lugar;
  • possibilidade de perder o arquivo devido à falta de backup.

Como utilizar o banco de dados no marketing eleitoral?

A solução para os erros apontados no tópico anterior está em um software de gestão. Entre as diversas vantagens oferecidas por esse recurso estão:

  • as informações ficam centralizadas em um único lugar;
  • diversos membros da equipe podem alimentar os dados simultaneamente;
  • os dados são padronizados e acessados de forma fácil e rápida;
  • é possível filtrar os contatos por gênero, idade, profissão, região, entre outras características;
  • todos os dados ficam seguros por meio de backups criptografados disponíveis no servidor;
  • é possível fornecer diferentes níveis de permissão para cada assessor;
  • os dados só podem ser acessados por meio de login e senha;
  • é possível integrar o site do político com o software de gestão. Isto permite importar os dados cadastrados pelos usuários automaticamente para o sistema;
  • é possível disparar e-mails e SMS marketing de dentro do sistema para contatos específicos da base de dados, por meio de filtros;
  • pode ser mantido um histórico de relacionamento com cada contato.

Separamos algumas dicas para você ter sucesso ao utilizar o banco de dados. Acompanhe e confira os passos necessários para começar:

1. Segmentação da base de dados

Quando for cadastrar cidadãos, inclua —  além das informações básicas (nome e telefone) — dados que possam ajudar a estabelecer contato com o seu networking, segmentando de acordo com o público-alvo.

Por exemplo: Joana Albuquerque é líder comunitária e moradora do bairro Vila Nova Conceição, em São Paulo. Nasceu em 8 de março de 1980 e faz parte de movimentos sociais por melhorias na Saúde.

Você pode criar tags para cada um desses dados. Assim, quando o parlamentar estiver trabalhando em um projeto relacionado a recuperação e inspeção da Unidade Básica de Saúde localizada na região que Joana mora, por exemplo, certamente ela vai ter interesse no assunto e ser uma das selecionadas para receber informações e acompanhar o trabalho do político, mobilizando a comunidade.

2. Cadastro da equipe

Uma equipe política sempre tem muito trabalho a fazer, afinal, deve percorrer diversos pontos da cidade, ouvir as reivindicações dos cidadãos, reunir-se com autoridades locais, participar de assembleias e outras atividades pertinentes à gestão política.

Portanto, uma equipe bem alinhada é fundamental para dar conta de tantos afazeres. Isso é possível com o uso do CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão do Relacionamento com o Cliente, em português), software que pode ajudar a administrar todas as obrigações a serem realizadas e colocar os colaboradores em sintonia.

Com esse sistema, é possível cadastrar todos os colaboradores e atribuir uma função a eles, além de dar a cada funcionário permissões específicas. Isso contribui para sua equipe estar nutrida das informações necessárias para o bom desempenho e continuidade de seu trabalho, com menos ruídos de comunicação.

3. Gestão financeira

Tanto uma campanha eleitoral quanto um mandato demandam gastos com material de comunicação, cabos eleitorais e alimentação. Em ambos os casos, ter uma ferramenta de gestão política que permita controlar toda a receita obtida vai facilitar o gerenciamento dos recursos, de forma mais organizada e efetiva.  

4. Agenda online

A rotina de um político é complicada. As demandas acontecem durante todo o dia, e manter a equipe conectada é de extrema importância.

Cada colaborador pode manter a própria agenda e ter acesso aos compromissos que são fundamentais para o desenvolvimento do time e das ações que são tomadas no processo de gestão.

5. Integração com o marketing

As ações de comunicação e marketing tornam-se bem mais efetivas com as informações cadastradas no sistema. A segmentação dos contatos, por exemplo, vai ser essencial para suas estratégias de marketing.

Logo, integrar as informações das outras áreas no mesmo local vai tornar sua divulgação mais eficiente, deixando suas mensagens mais adaptadas a cada tipo de público com o qual você trabalha.

Na própria plataforma você vai poder disparar e-mails marketing e SMS de acordo com a segmentação estabelecida. Assim, vai conseguir estreitar laços com os seus eleitores e colaboradores.

6. Controle de demandas

As demandas por parte da população aparecem a todo instante. Sendo assim, ter controle do que já foi realizado e dos retornos das solicitações fica muito mais fácil com o auxílio de uma boa ferramenta.

Portanto, registre as demandas, identifique quem solicitou e agende retornos. Com essas informações devidamente disponíveis na plataforma, fica impossível deixar alguma mensagem passar despercebida ou algum pedido ser negligenciado.

Dito isto, esperamos que essas dicas de marketing eleitoral impulsionem suas estratégias. Mas se você quiser receber outros conteúdos relevantes para o universo político, assine nossa newsletter!

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